Ciclame

8 de abril de 2010

Nome Científico: Cyclamen persicum

Sinonímia: Cyclamen latifolium

Nome Popular: Ciclame, ciclamen, ciclame-da-pérsia, ciclame-de-alepo

Família: Primulaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Mediterrâneo

Ciclo de Vida: Anual

O ciclame é umas das plantas envasadas mais comercializadas. Sua folhagem é muito ornamental, verde escura com manchas mais claras. As flores são seu diferencial, de pétalas invertidas, podem se apresentar de diversas cores, entre branco, vermelho, rosa, salmão e combinações diferentes. Apresenta variedades grandes e pequenas e de flores com bordas crespas. Sua beleza delicada confere sofisticação e romantismo aos ambientes internos.

São cultivadas em vasos com substratos preparados, ricos em matéria orgânica, bem drenados, sempre em locais protegidos, como estufas, irrigados regularmente. Aprecia o frio do inverno. A planta normalmente morre após a floração. Multiplica-se por sementes plantadas no outono, para florescer na primavera do ano subsequente.

Crisântemo

8 de abril de 2010

Nome Científico: Chrysanthemum x morifolium

Sinonímia: Dendranthema x morifolium, Dendranthema x grandiflorum, Chrysanthemum x grandiflorum, Chrysanthemum hortorum, Chrysanthemum sinense, Chrysanthemum indicum

Nome Popular: Crisântemo, crisântemo-da-china, crisântemo-do-japão, monsenhor

Família: Asteraceae

Divisão: Angiospermae

Origem: China e Japão

Ciclo de Vida: Perene Rainha das flores de corte no Brasil, o crisântemo é uma planta muito difundida.

Devido a um intenso programa de seleção e melhoramento genético, assumiu uma grande diversidade de variedades hortícolas.

Suas flores podem ser simples ou dobradas, de cores e formas muito diversas. Podemos dizer que o crisântemo é uma flor com estilo campestre, como as outras plantas desta mesma família, no entanto, existem variedades com aparência muito majestosa.

O crisântemo, pode ser colorido após o corte se colocado em soluções de corantes. É crescente sua comercialização como planta envasada. Devem ser cultivadas em ambientes controlados com iluminação e temperatura adequada para cada época do ano e variedade, em substrato e irrigação bem ajustado às suas necessidades.

Existem variedades que podem ser perenes no nosso jardim, raras em cultivo. Multiplica-se por estaquia.

Cravina

8 de abril de 2010

Nome Científico: Dianthus chinensis

Nome Popular: Cravina

Família: Caryophyllaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Ásia e Europa

Ciclo de Vida: Perene

Vedete dos jardins sulinos, a cravina é uma miniatura de cravo. Suas flores são solitárias, simples e de coloração branca, rosa ou vermelha, com tonalidades e mesclas destas cores. Apresenta também pétalas largas e com bordos serrilhados. Suas folhas são lanceoladas e afiladas de coloração verde clara. A cravina é utilizada em maciços e bordaduras, e cria um belo efeito campestre.

Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo fértil composto de terra de jardim e terra vegetal, drenável. Exige ainda regas regulares e reforma anual dos canteiros. Aprecia o clima frio. Multiplica-se por sementes.

Copo de leite

8 de abril de 2010

Nome Científico: Zantedeschia aethiopica

Sinonímia: Calla aethiopica

Nome Popular: Copo-de-leite, lírio-do-nilo, cala-branca, jarra, jarro

Família: Araceae

Divisão: Angiospermae

Origem: África

Ciclo de Vida: Perene

Conhecido de todos, o copo-de-leite é excelente como flor-corte. Sua folhagem é verde brilhante e muito ornamental. As flores são firmes e duráveis, grandes e de coloração branca. A seleção e o cruzamento com outras espécies de Zantedeschia, têm obtido copos-de-leite de outras cores além da branca, como o amarelo, o vermelho, o rosa, o laranja e o roxo.

Deve ser cultivado em grupos para melhor valorização de seu efeito paisagístico, principalmente em locais úmidos, como margens de lagos e espelhos d’água. O plantio em vasos também é bastante adequado.

Esta planta aprecia solos ricos em matéria orgânica e brejosos, isto é, permanentemente úmidos, sem no entando ficar abaixo da água. Seu porte varia entre 0,6-1,0 metros de altura. Deve se cultivada a pleno sol ou meia-sombra. Multiplica-se por divisão das touceiras após a floração.

Columéia-peixinho

8 de abril de 2010

Nome Científico: Nematanthus wettsteinii

Sinonímia: Hypocyrta radicans

Nome Popular: Columéia-peixinho, peixinho

Família: Gesneriaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Brasil

Ciclo de Vida: Perene

Suas flores alaranjadas se parecem muito com o peixinho Plati, pela sua dilatação e cor. A folhagem desta planta também é bastante ornamental. Suas folhas são verde escuras e brilhantes, formando um belo arranjo de cerca de 30 cm de altura.

Por ser uma planta epífita, pode ser cultivada sobre as árvores, mas sua beleza é destacada quanto cultivada em conjuntos de três plantas por vaso de 25 cm de diâmetro.

Devem ser cultivadas a meia-sombra, em substrato para epífitas com terra vegetal, bem drenável, regada regularmente. Não tolera geadas. Multiplica-se por estaquia.

Dionéia (planta “carnívora”)

8 de abril de 2010

Nome Científico: Dionaea muscipula

Nome Popular: Dionéia, vênus-caça-moscas, vênus-papa-moscas

Família: Droseraceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Estados Unidos

Ciclo de Vida: Perene

A dionéia é uma planta herbácea carnívora nativa dos pântanos do sudeste dos Estados Unidos, nos estados da Carolina do Norte e do Sul. Ela é uma das pouquíssimas espécies de plantas capazes de realizar movimentos, juntamente com a drosera e a dormideira. É uma planta bem pequena, com no máximo 10 cm de altura e cerca de 4 a 8 folhas dispostas em roseta. Suas folhas são muito particulares, compostas de pecíolo e uma armadilha, divida em dois lóbulos, como uma mandíbula com 15 a 20 longos “dentes” nas bordas. O pecíolo é achatado, verde e além de sustentar a mandíbula tem função fotossíntética.

A superfície interna da armadilha, apresenta coloração vermelha e secreta néctar para atrair os insetos, nela também há importantes pêlos sensitivos. Estes pêlos tem a função de detectar a presença do inseto para que em uma fração de segundos a armadilha se feche e o inseto prisioneiro possa ser digerido lentamente. Pelo menos dois pêlos sensitivos devem ser acionados sucessivamente em um curto espaço de tempo para que a armadilha funcione. Este mecanismo evita que uma simples gota de chuva faça a armadilha se fechar em vão. Leia o resto desse post »

Campânula

8 de abril de 2010

Nome Científico: Campanula medium

Nome Popular: Campânula, Flor-de-sino, Sinos, Sininhos, Sininho

Família: Campanulaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Europa

Ciclo de Vida: Bienal

A campânula é uma planta florífera bienal, que conquista jardineiros de todo o mundo com suas flores vistosas em forma de sino. Seu caule é ereto, herbáceo alcançando cerca de 50 cm a 1 metro de altura. As folhas basais são oblongas e pecioladas, enquanto que as superiores são sésseis, lanceoladas e com margens denteadas. O período de floração é longo e compreende o final da primavera e início do verão, geralmente ocorrendo apenas no segundo ano após o plantio. Suas inflorescências são espigas eretas, com numerosas flores grandes, em forma de sino, que podem ser simples ou dobradas e nas cores azul, rosa, branca ou roxa, de acordo com a cultivar.

No paisagismo, a campânula é perfeita para a formação de maciços e bordaduras, ou apenas adornando a base de arbustos, principalmente em jardins clássicos de estilo europeu ou de inspiração campestre. Suas flores delicadas conferem graça e sofisticação ao jardim. As inflorescências são duradouras se cortadas, e podem ser utilizadas na confecção de arranjos florais e buquês. Também podem ser plantadas em vasos e jardineiras.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido. A campânula é proveniente de clima ameno, subtropical, e não tolera o calor tropical. No Brasil ela vegeta bem no sul e em regiões serranas do sudeste. Adubações quinzenais durante o crescimento vegetativo e floração estimulam intenso e prolongado florescimento. Espécimes altos podem necessitar de tutoramento com amarrios e estacas para não tombar. Para florações sucessivas, convêm cortar as inflorescências velhas. Apesar de perene na forma típica, a campânula perde a beleza e o vigor após dois anos, desta forma, recomenda-se a reforma bienal dos canteiros. Multiplica-se por sementes, que germinam entre 7 a 21 dias após o plantio.

Camélia

8 de abril de 2010

Nome Científico: Camellia japonica

Sinonímia: Thea japonica

Nome Popular: Camélia, japoneira

Família: Theaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Japão, China e Coréia

Ciclo de Vida: Perene

Da mesma família do chá, a Camélia apresenta inúmeras variedades e híbridos. Versátil, pode ser utilizada como arbusto ou arvoreta. É muito popular, sendo cultivada no mundo todo, tanto em climas tropicais, como temperados. Seu tronco é lenhoso e suas folhas são elípticas, cerosas e coriáceas, serrilhadas ou denteadas. As flores solitárias, podem ser de diversos tipos, podendo ser grandes ou pequenas, simples ou dobradas, de diversas cores, sendo que as mais comuns são as brancas, as róseas e as vermelhas, e não são raras as bicolores.

Sua utilização paisagística é ampla, adequando-se a jardins europeus, orientais e contemporâneos. A época de sua floração varia de acordo com o clima em que está inserida, podendo ocorrer desde o outono/inverno até durante ano todo em regiões mais quentes. As flores podem ser colhidas e são bastante duráveis, desde que não sejam manipuladas, pois podem ficar com manchas escuras. É a flor inspiradora do romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho.

As camélias podem ser cultivadas em solos ácidos, férteis e bem irrigados, à meia-sombra ou sob sol pleno. Não se adaptam a climas demasiado quentes e toleram geadas e neves. Suscetível ao ataque de cochonilhas. Multiplicam-se por estaquia e por alporquia.